‘Se Beethoven Pudesse Ouvir-me’, de Ramon Gener, é uma amálgama de artes

‘Se Beethoven Pudesse Ouvir-me’, de Ramon Gener, é uma amálgama de artes

Acabo Se Beethoven Pudesse Ouvir-me, de Ramon Gener, e salto para a secretária. Temo esquecer tudo o que li e aprendi. Em 247 páginas, familiarizei-me com inúmeros artistas, descobri histórias insólitas e curiosidades do universo artístico e conheci a experiencia vivencial de Ramon Gener. Acabo este livro como quem conheceu Mozart e partilhou momentos com Beethoven, tenho a sensação de ter interagido com Johnny Cash e rido com Rossini. Quem sabe, vivi com os quatro protagonistas de La Bohème, num apartamento decadente, no coração de Montmartre.